Ontem tive uma infeliz surpresa ao subir na balança e descobrir que tinha engordado! Não entendi como pode ser possível isto, uma vez que fiquei a semana toda seguindo minha RA direitinho a abrindo mão de comer um monte de coisas boas.
Não sei se tem a ver com o fato de eu ter ficado menstruada. Sei que mulher tem dessas coisas... O bom é que meu marido pesou-se e poucos minutos depois pesou-se novamente e na balança acusou uma diferença de 2kgs!
Convenhamos que ninguém perde 2kg em 2 minutos (quem dera!). Só pude concluir que a balança que eu estava usando está com problemas e a partir de hoje começo a me pesar em uma nova e muito mais precisa. Espero não ter mais surpresas desagradáveis!
terça-feira, abril 27, 2010
quinta-feira, abril 22, 2010
Do céu ao inferno
Olá aos que me lêem!
Hoje meu dia começou bem feliz! Ao me vestir para sair senti a roupa folgadinha e não resisti: subi na balança. Resultado: em três dias, eliminei 2,2 kg!!! Isto me fez ver como está valendo a pena controlar o que como. Ainda mais porque não deixei de comer nada - essa semana comi bolo de laranja, frango à milanesa, quiche... Simplesmente comi pedaços menores e nas horas certas (a cada 3h). Achei que meu dia estava ganho...
Infelizmente minha noite foi azedada com comentários maldosos. E o pior: oriundos de alguém da minha própria família. Soube que uma pessoa próxima andou comentando que estou horrorosa, imensa e que meu marido, que é um homem bonito, deve ficar olhando para as mulheres bonitas do trabalho dele.
Isto acabou comigo, gente... Chorei muito e ainda estou chorando. Mas tenho fé que vou transformar minha tristeza em mais gana de vencer. Preciso me desligar mais do que falam de mim. As pessoas nunca estão satisfeitas umas com as outras e não sou eu que vou mudar isso.
Hoje meu dia começou bem feliz! Ao me vestir para sair senti a roupa folgadinha e não resisti: subi na balança. Resultado: em três dias, eliminei 2,2 kg!!! Isto me fez ver como está valendo a pena controlar o que como. Ainda mais porque não deixei de comer nada - essa semana comi bolo de laranja, frango à milanesa, quiche... Simplesmente comi pedaços menores e nas horas certas (a cada 3h). Achei que meu dia estava ganho...
Infelizmente minha noite foi azedada com comentários maldosos. E o pior: oriundos de alguém da minha própria família. Soube que uma pessoa próxima andou comentando que estou horrorosa, imensa e que meu marido, que é um homem bonito, deve ficar olhando para as mulheres bonitas do trabalho dele.
Isto acabou comigo, gente... Chorei muito e ainda estou chorando. Mas tenho fé que vou transformar minha tristeza em mais gana de vencer. Preciso me desligar mais do que falam de mim. As pessoas nunca estão satisfeitas umas com as outras e não sou eu que vou mudar isso.
A função social da comida
Talvez seja mania de estudante de Direito, que fica sempre falando da função social do contrato, função social da propriedade e por ai vai, mas estive essa semana pensando na função social da comida.
A comida une as pessoas. Aquele velho grupo de amigos que raramente se vê, muito provavelmente marcará um reencontro em algum restaurante. Almoço em família, almoço de negócios, jantar romântico, café da manhã na empresa, lanche da tarde no cursinho, pipoca no cinema, rodízio (de qualquer coisa!) com os amigos, bolo de aniversário... Nossa, é impossível enumerar todas as situações em que nos deparamos com comida!
Por que eu estava pensando nisto? Porque a comida é o meu ponto fraco. É o meu vício, minha fuga. Mas ao contrário de um usuário de droga que se trata, se cura e provavelmente nunca mais na vida virá uma trouxinha de maconha ou uma fileira de pó, a comida está e sempre estará ao meu lado.
Não estou dizendo (longe de mim) que o vício em comida é mais nocivo do que o vício em drogas nem estou dizendo que é mais difícil parar de comer do que parar de usar drogas. Sei o quanto é difícil largar as drogas porque conheço quem já passou pela situação.
O que estou dizendo é que a comida faz parte da vida de todo mundo. Está SEMPRE presente. A gente precisará de comida para sempre. Logo, não adianta fugir dela. Precisamos aprender a conviver com ela. E talvez isto seja mais difícil: aprender a comer com moderação. A comida não admite radicalismos do tipo "nunca mais eu como nesta vida!". A comida é um vício com o qual precisamos lidar. E comer com moderação é difícil para quem não está acostumado a se controlar muito e, além disso, sente muita fome.
Por isto, estou tentando começar a pensar magro. Pensar magro não é cortar de vez os doces. Pensar magro é abrir a caixa de bombons, comer um e guardar o que sobrou sem ficar o tempo todo pensando em ir lá e devorar tudo. É MUITO difícil. Mas é o único jeito de conseguir emagrecer e não engordar mais. Porque bombons sempre existirão e estarão ali, ao meu redor. Eu preciso aprender a conviver com eles... não posso simplesmente me isolar em uma bolha. Onde quer que eu vá, lá haverá comida.
Assim, começo o fim de semana com esta "cirurgia psicológica do estômago". Meu estômago continua grandão, mas minha força de vontade é maior.
A comida une as pessoas. Aquele velho grupo de amigos que raramente se vê, muito provavelmente marcará um reencontro em algum restaurante. Almoço em família, almoço de negócios, jantar romântico, café da manhã na empresa, lanche da tarde no cursinho, pipoca no cinema, rodízio (de qualquer coisa!) com os amigos, bolo de aniversário... Nossa, é impossível enumerar todas as situações em que nos deparamos com comida!
Por que eu estava pensando nisto? Porque a comida é o meu ponto fraco. É o meu vício, minha fuga. Mas ao contrário de um usuário de droga que se trata, se cura e provavelmente nunca mais na vida virá uma trouxinha de maconha ou uma fileira de pó, a comida está e sempre estará ao meu lado.
Não estou dizendo (longe de mim) que o vício em comida é mais nocivo do que o vício em drogas nem estou dizendo que é mais difícil parar de comer do que parar de usar drogas. Sei o quanto é difícil largar as drogas porque conheço quem já passou pela situação.
O que estou dizendo é que a comida faz parte da vida de todo mundo. Está SEMPRE presente. A gente precisará de comida para sempre. Logo, não adianta fugir dela. Precisamos aprender a conviver com ela. E talvez isto seja mais difícil: aprender a comer com moderação. A comida não admite radicalismos do tipo "nunca mais eu como nesta vida!". A comida é um vício com o qual precisamos lidar. E comer com moderação é difícil para quem não está acostumado a se controlar muito e, além disso, sente muita fome.
Por isto, estou tentando começar a pensar magro. Pensar magro não é cortar de vez os doces. Pensar magro é abrir a caixa de bombons, comer um e guardar o que sobrou sem ficar o tempo todo pensando em ir lá e devorar tudo. É MUITO difícil. Mas é o único jeito de conseguir emagrecer e não engordar mais. Porque bombons sempre existirão e estarão ali, ao meu redor. Eu preciso aprender a conviver com eles... não posso simplesmente me isolar em uma bolha. Onde quer que eu vá, lá haverá comida.
Assim, começo o fim de semana com esta "cirurgia psicológica do estômago". Meu estômago continua grandão, mas minha força de vontade é maior.
terça-feira, abril 20, 2010
O primeiro passo
Dizem que o mais difícil - e mais importante - é sempre o primeiro passo. Se for assim, eu já fiz minha parte. Porém, não sei se acredito muito nisso, não.
Como quase todo mundo, esta não é minha primeira, mas minha enésima dieta (ou tentativa de RA). E sei que o mais difícil é manter-se no ritmo, não vacilar, persistir. Aliás, minhas outras tentativas não deram certo porque ou eu emagrecia um pouco, todo mundo dizia que eu estava ótima e eu começava a achar que "estava podendo" (logo, voltava a comer como um magro sem tendência a engordar, e isto sei que eu nunca vou poder fazer) ou porque eu vacilava, "metia o pé na jaca" em uma festa, jantar, coisa do tipo e tinha aquele pensamentos "ah, já que eu esculhambei tudo, agora eu vou é aproveitar".
Isto é a típica "cabeça de gordo" e é exatamente o mais difícil de a gente emagrecer.
A diferença do meu começo de RA de ontem para todas as dietas anteriores que fiz é que estou tentanto mudar minha cabeça: ver-me magra, feliz, orgulhosa... enfim, estou tentando encontrar nestas coisas da vida a felicidade que comida nenhuma pode me dar. Nem a mais gostosa. É MUITO difícil... Mas eu quero e eu posso.
Como quase todo mundo, esta não é minha primeira, mas minha enésima dieta (ou tentativa de RA). E sei que o mais difícil é manter-se no ritmo, não vacilar, persistir. Aliás, minhas outras tentativas não deram certo porque ou eu emagrecia um pouco, todo mundo dizia que eu estava ótima e eu começava a achar que "estava podendo" (logo, voltava a comer como um magro sem tendência a engordar, e isto sei que eu nunca vou poder fazer) ou porque eu vacilava, "metia o pé na jaca" em uma festa, jantar, coisa do tipo e tinha aquele pensamentos "ah, já que eu esculhambei tudo, agora eu vou é aproveitar".
Isto é a típica "cabeça de gordo" e é exatamente o mais difícil de a gente emagrecer.
A diferença do meu começo de RA de ontem para todas as dietas anteriores que fiz é que estou tentanto mudar minha cabeça: ver-me magra, feliz, orgulhosa... enfim, estou tentando encontrar nestas coisas da vida a felicidade que comida nenhuma pode me dar. Nem a mais gostosa. É MUITO difícil... Mas eu quero e eu posso.
segunda-feira, abril 19, 2010
Começando por aqui...
Há muito pensava em manter um blog. Porém, como quase tudo na vida, vivo adiando.
Hoje foi um dia diferente e de mudanças em minha vida. Acordei disposta a começar uma reeducação alimentar séria. Proavelmente minha última tentativa de emagrecer antes de apelar à cirurgia.
Tomei esta decisão porque definitivamente não sou feliz gorda. Mais do que isso, não tenho fôlego, respiro mal, minha saúde logo ficará comprometida (daqui a pouco terei 30...) e quero engravidar um dia. Além disso, a cobrança alheia é muito grande e isto ainda mexe muito comigo.
Depois de ANOS tomei coragem e subi na balança. Não acreditei no que vi. Acho que não me vejo como sou realmente no espelho. Acho que mantinha a esperança de pesar "cento e poucos quilos". Que nada... aquele 146 mexeu comigo. O que fiz comigo? Como me estraguei tanto? Quero mudar!
Antes de me pesar já havia decidido que hoje seria o dia do começo da minha mudança. Isto começou por causa de um sonho que tive... Agora, mais do que nunca, sei que preciso mesmo disto.
Quero emagrecer pelo menos uns 30 quilos até setembro, quando pretendo começar uma atividade física. Hoje, nem adianta tentar, não tenho fôlego para nada. Então, a meta inicial é essa: 30 quilos em 5 meses. Mas se não der, não deu. Qualquer quilo perdido será uma vitória para mim.
Hoje foi um dia diferente e de mudanças em minha vida. Acordei disposta a começar uma reeducação alimentar séria. Proavelmente minha última tentativa de emagrecer antes de apelar à cirurgia.
Tomei esta decisão porque definitivamente não sou feliz gorda. Mais do que isso, não tenho fôlego, respiro mal, minha saúde logo ficará comprometida (daqui a pouco terei 30...) e quero engravidar um dia. Além disso, a cobrança alheia é muito grande e isto ainda mexe muito comigo.
Depois de ANOS tomei coragem e subi na balança. Não acreditei no que vi. Acho que não me vejo como sou realmente no espelho. Acho que mantinha a esperança de pesar "cento e poucos quilos". Que nada... aquele 146 mexeu comigo. O que fiz comigo? Como me estraguei tanto? Quero mudar!
Antes de me pesar já havia decidido que hoje seria o dia do começo da minha mudança. Isto começou por causa de um sonho que tive... Agora, mais do que nunca, sei que preciso mesmo disto.
Quero emagrecer pelo menos uns 30 quilos até setembro, quando pretendo começar uma atividade física. Hoje, nem adianta tentar, não tenho fôlego para nada. Então, a meta inicial é essa: 30 quilos em 5 meses. Mas se não der, não deu. Qualquer quilo perdido será uma vitória para mim.
Assinar:
Postagens (Atom)